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''Camponês, o patrão não mais comerá de tua pobreza'' Tupac Amaru II - cuzco 1781  

DA Tupac Amaru


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Quarta-feira, Maio 21, 2003
 
Estas respostas sobre Comunicação Comunitária foram dadas por José Soter, um dos coordenadores nacionais da Abraço - Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária, para questões levantadas pelo Jonas Valente, coordenador da Enecos até o início de maio. Publico aqui pois acho que ajudarão a esclarecer muita gente sobre o que é afinal a Comunicação Comunitária que muito se fala mas pouco se entende ou pratica de fato:

1 - O que define Comunicação Comunitária?

Comunicação comunitária é aquela que envolve os meios de comunicação locais, feito pelos próprios moradores daquela localidade, seja o jornal, a revista, a rádio poste, a rádio estúdio de feira, a rádio comunitária....

2 - O que a difere de comunicação popular?

na verdade, entendo comunicação popular como um estilo de comunicação, não um meio.

3 - Qual a importância da comunicação comunitária para a mobilização social?

a principal importância é a da identidade/interatividade existente entre os meios de comunicação comunitária e os cidadãos da localidade, em que a mesma funciona como "conversa ao pé-do-ouvido", dando-lhe mais credibilidade, verossimilhança e daí ser fundamental para uma mobilização de fato.

4 - A comunicação comunitária por si só é emancipadora?

Claro que não. a comunicação é a ponte entre uma matriz emissora e a comunidade receptora, portanto, para ela ser emanciapadora, esse propósito ter estar na fonte enissora.

5 - O comunitário diz respeito somente ao geográfico?

em termos de rádio comunitária e de acordo com o cnceito construído pelo movimento pela democratização da comunicação, o meio de comunicação comunitário passa pela propriedade coletiva (livre associação, sem limites de associados), pela pluralidade (diversidade de conteúdos) e pelo controle social (por meio da gestão pública, caracterizado por dois dispositivos: a assembleía geral e o conselho comunitário com a participação de vários segmentos da comunidade). portanto o geográfico não conta.

6 - QUal o papel da participação na comunicação comunitária?

na comunicação comunitária a participação é decisiva para que a mesma cumpra o seu papel político, social e cultural na comunidade em que está atuando.

7 - Qual é a relação da comunicação comunitária com os grandes meios de comunicação? É dicotômica ou complementar?

os granmdes meios de comunicação trabalham com a óptica do número absoiluto de ouvintes - quanto mais mais caro são suas inserções publicitárias, nos meios de comunicação locais a óptica do número relativo de ouvintes é o que conta, portanto, acredito que não são dicotômicas; por outro lado, os seus conteúdos e interesses são completamente diferentes o que não os leva à complementaridade, pois as comunidades, com certeza vão fazer uma opção por um ou outro meio.

8 - Qual o papel do lúdico na comunicação comunitária?

O lúdico, como a cultura local e as informações sobre os membros da comunidade local, são estratégias que, com certeza deverão fazer parte da politica do meio comunicação local, já que esse é o diferencial que fará com que a comunidade abra mão da qualidade técnica dos garndes meios de comunicação para se dedicar ao local.

9 - A produção da comunicação comunitária deve ser fomentada e acompanhada por alguém ou pode-se crer na comunidade que esta dará caráter emancipador à informação produzida?

a produção da comunicação comunitária de ser fomentada e acompanhada por aqueles que têm sede e fome de informação sobre a realidade que os cercam e tenham disposição e disponibilidade para construir essa produção.

10 - Como fazer para que a comunidade participe efetivamente da comunicação comunitária?

não é simples.
os que estiverem à frente têm que ter a consciência de que participação só se faz com a prática e com o conhecimento do direito de participar, portanto essa é uma tarefa contínua e diuturna. não se pode esmorecer pois a acomodação, a preguiça e os interesses particulares são difíceis de serem vencidos. para isso não se pode fazer nada sem que todos os envolvidos não sejam instados a participarem.

postado por Michele Fatturi.

::: escrito por Tupac as 11:38:00 AM
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Segunda-feira, Março 24, 2003
 
GUERRAS: LÁ E AQUI
Nada de novo no front da mídia
Alberto Dines

Não são aparentadas nem estão vinculadas. A guerra (inevitável) no Iraque e a guerra (iminente) contra o narcoterrorismo ocorrem em mundos antípodas, têm dimensões desiguais, são fenômenos díspares, com motivações diferentes, personagens e armamentos dessemelhantes.

Embora tão discrepantes estas guerras comunicam-se através dos meios de comunicação. Nivelam-se enquanto fatos que precisam ser expostos, explicados, entendidos. Ambas engasgam narradores despreparados, simplificam a narrativa e convertem a crônica diária da vida numa interminável sucessão de miudezas.

A questão do Iraque foi erroneamente conduzida e reduzida pela mídia (nacional e internacional) ao confronto Bush vs. Paz. Isto ficou visível novamente nas passeatas do último final de semana nos quatro cantos do mundo. Mas quem é a favor da Paz não pode militar em favor de um dos antagonistas porque, neste caso, a paz seria apenas uma forma mascarada de alinhar-se.

A paz é necessariamente neutra, abdicação do recurso bélico, eqüidistância da idéia do confronto, qualquer confronto. Assim foi em 1914-1918, assim deve ser agora. Se o pacifista consegue enxergar os dois contendores como representações de algo que ele recusa, então é efetiva e convictamente um pacifista. E o pacifista é aquele homem que resiste a todas as persuasões, fiel à sua consciência.

Se um adversário é apresentado como o mal absoluto e o outro como mal menor, o pacifista deixou de ser pacifista – tomou partido, aderiu, engajou-se, quer apertar um gatilho.

Cinco séculos

A mídia não conseguiu explicar aos pacifistas o que é o pacifismo. Perdeu uma chance de ouro oferecer o sentido das coisas. Também não conseguiu oferecer aos leitores e telespectadores uma alternativa real à guerra. Esta alternativa teria que considerar Saddam Hussein como uma espécie de Slobodan Milosevic que precisa ser controlado, neutralizado e, eventualmente, julgado por organismos e tribunais internacionais.

Se, desde o início, a mídia conseguisse mostrar que ser contra a guerra não significa ser a favor da Saddam as coisas poderiam ter-se encaminhado em outra direção. A oposição à guerra, compreende oposição a toda sorte de violências, inclusive oposição às ditaduras. O povo iraquiano precisa ser protegido das bombas, inteligentes ou não, mas precisa também ser protegido da estupidez do clã de Saddam. Isto não tem sido proclamado como deveria.

Se desde o início a questão fosse colocada como um conflito entre o unilateralismo de Bush e o multilateralismo da comunidade internacional, a França de Chirac não conseguiria fingir-se de boa-moça como está acontecendo e, há muito, já estaria pressionando a favor de uma ação pacífica da ONU.

Não se pode falar em paz no Iraque sem mencionar os curdos. Não adianta lembrar como Saddam matou dezenas de milhares de curdos iraquianos se os outros curdos – os iranianos, sírios e turcos – ficarem esquecidos no limbo. Uma ação internacional a favor de algum tipo de autonomia para o Curdistão servirá de advertência à Turquia de que a sua candidatura à União Européia é incompatível com a repressão à minoria curda.

A humanidade nunca foi tão informada e nunca esteve tão desinformada. Pela simples razão de que a mídia impressa – aquela que explica, baliza, relaciona e interpreta – está mimetizando a mídia eletrônica, fascinada pelos impactos, sínteses, imagens, espetáculo. Os grandes ensaios são geralmente chatíssimos simplesmente porque os jornalistas – com raras exceções – não se sentem seguros no terreno das referências, preferem transitar na esfera das evidências, enquanto historiadores e "cientistas" são geralmente incapazes de funcionar como efetivos narradores.

O encontro do último domingo (16/3) nos Açores dá uma dimensão da falta de dimensão do noticiário. A Espanha de José Maria Aznar dominou o mundo no fim do século 16 ao 17. A Inglaterra de Tony Blair dominou o mundo no século 18 e 19 (até o comecinho do 20). E os EUA de Bush dominam o mundo ao longo do século 20 até o 21. Portugal, o anfitrião, foi sombra da Espanha e da Inglaterra.

Aula viva de cinco séculos de história, cúpula das hegemonias passadas, clube exclusivo de fantasmas, objeto de desejo dos tiranos autônomos (Bonaparte, Hitler e Stalin). Se o noticiário internacional da grande mídia impressa não consegue descortinar panoramas com tais perspectivas não precisamos perder tempo com a mídia impressa – um talk-show será mais eficaz.

Distúrbio óptico

A cobertura da nossa guerra contra o narcoterrorismo também foi caracterizada pela visão fragmentada, simplificada e autarquizada. A começar pela identificação do adversário (narcoterrorismo) que poucos tiveram a ousadia de utilizar nas últimas semanas. E não o utilizaram por engajamento político com medo de estender às FARC da Colômbia a classificação de grupo terrorista.

Editores e editorialistas estão examinando a violência no Rio dentro da galeria dos grandes bandidos. Só agora – com o editorial de 1ª página do Globo no sábado, 15/3, servindo de marco – nota-se na imprensa brasileira um olhar mais alargado e mais amplo para a onda de violência. A questão transcende ao facínora Luís Fernando da Costa, transcende à incompetência e à demagogia do casal de governadores do Estado do Rio, transcende ao próprio Rio de Janeiro.

O narcoterrorismo não cabe na pasta da Justiça nem do sistema penitenciário, não pode ser enfrentado com a simbologia da presença das forças armadas nas ruas do Rio. Tem a ver com a defesa do Estado brasileiro e suas instituições. Implica alterações do Judiciário capazes de coibir a cumplicidade de juízes, implica agilizar as Corregedorias e Comissões de Ética da Câmara e do Senado de modo interromper o conluio do Legislativo com o crime.

A sociedade brasileira não pode ser ludibriada com a impressão de que a taxa de juros é a Inimiga nº 1 e o ministro Graziano, porque ainda não emplacou o Fome Zero, precisa ser afastado. O elaborado edifício da credibilidade fiscal pode desabar no exato momento em que os investidores perceberem que o governo é capaz de manter o superávit primário mas foi incapaz de suprir o déficit de determinação para enfrentar o narcoterrorismo.

Nossa mídia sofre de um grave distúrbio óptico: não sabe enxergar a dimensão dos fenômenos que cobre. É frustrante para cidadania, privada de participar da história. É dramático para aqueles que precisam da mídia para tomar suas decisões.


Fonte: www.observatoriodaimprensa.com.br

::: escrito por Tupac as 3:36:00 PM
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Quarta-feira, Março 12, 2003
 
paulínea Shell acusada de novas contaminações em Paulínia

Após denúncia do Sipetrol (Sindicato dos Trabalhadores no Comércio de Minérios e Derivados de Petróleo), o Ministério Público e a CETESB estão investigando possível contaminação pela Shell do solo e lençol freático no bairro Jardim Planalto, em Paulínia (SP), resultante de borras de petróleo dos tanques de combústiveis que foram enterradas.
O procedimento de enterrar as borras de petróleo que são tiradas dos tanques é o mesmo que causou a contaminação do solo pela Shell na Vila Carioca, zona sul de São Paulo, em 2002. No Recanto dos Pássaros, outro bairro de Paulínia, mais de cem pessoas foram intoxicadas por metais pesados há alguns anos devido a vazamento em depósito da Shell. A Shell contratou uma empresa internacional especializada para averiguar se realmente houve contaminação. Segundo os técnicos dessa empresa, não foram detectados vazamentos relevantes que possam causar risco à saúde. O laudo é contestado pelo sindicato. O Ministério Público quer saber se há outros casos de contaminação por distribuidoras instaladas na cidade e solicitou a todas elas um relatório completo indicando a saúde ambiental dos terrenos onde estão instaladas.

Fonte: CMI Brasil



::: escrito por Tupac as 3:58:00 PM
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Terça-feira, Novembro 12, 2002
 
enecos Retrospectiva MECom 2002

O ano de 2002 representa um momento de reflexão para o movimento estudantil de comunicação e também um momento de crise. Após o XXV Enecom, onde os estudantes em geral se comportaram como selvagens, demonstrando total desrespeito pelo próximo e desconhecimento da função do Mecom e do próprio encontro, começou o período de reformulação. No Cobrecos de Maceió, foi decidido que em 2002 não haveria Enecom mas, em seu lugar, um seminário que discutiria o por quê da existência do Enecos, qual sua relação com os CAs e que transformações os fóruns da executiva precisavam. O seminário, realizado na UFPA em julho deste ano, teve pouca participação devido à distância de Belém das regiões sul, sudeste e centro-oeste. Foram aproximadamente 70 participantes, eu fui uma das que não pode estar lá.
Neste seminário foi levantado que a estrutura dos encontros deveria mudar, a partir da constatação de que hoje, um único encontro (Cobrecos) reunia em si todas as funções (formação, formulação e planejamento) que deveriam estar distribuídas por todos os encontros. O Enecom teria se resumido a um encontro festivo dos estudantes de comunicação. Deste seminário partiu a idéia de fazer o Enecom voltar a ser um espaço de formação e aprofundamento das discussões e o Cobrecos seria somente o espaço para proposição e planejamento de ações com base em discussões travadas anteriormente.
Neste contexto, o Conecom de Florianópolis teria o papel de continuar as discussões iniciadas em Belém, nivelar a discussão com os estudantes que não puderam estar no seminário e fazer a reflexão sobre o papel dos CAs e DAs na construção do MECom.
Bom, agora algumas reflexões sobre o MECom e o Conecom. Realizada no domingo (03/11), a plenária foi mais constituída de relatos. A Comissão Eleitoral Nacional – CEN – prestou esclarecimentos sobre as eleições para a diretoria da Enecos, o colega Rogério Tomaz Jr, da UFMA, fez uma avaliação do seminário de Belém e nós da CO do X-Cobrecos informamos sobre o andamento da organização do encontro. Nossa intenção não era somente informar mas discutir a programação do encontro com as entidades presentes pois o X- Cobrecos representa o início das mudanças discutidas ao longo do ano. Infelizmente isto não ocorreu pois não houveram manifestações, a não ser de esclarecimento, sobre a concepção do encontro a partir de sua programação. Na pauta do encontro haviam somente dois pontos que deveriam ser encaminhados para deliberação da plenária; a sede do Conecom do 1° semestre de 2003, que ficou para a Mackenzie de São Paulo sediar, e as reformulações na estrutura do Enecom, que ficaram para deliberação no Cobrecos.

Nem tudo são flores......
É animador falar deste ano de tão profunda reflexão do ‘movimento’ mas que ‘movimento’ é este que faz tal reflexão, o que ela significa, quem está refletindo?? Por reflexão do movimento entendo que seriam os DAs e CAs do país (que representam o conjunto dos estudantes) com consciência da necessidade de mudanças e discutindo as mesmas. Na prática, não é isso que está acontecendo. Os DAs e CAs que estão participando das discussões são aqueles ligados diretamente à Executiva, ou seja, das escolas onde estudam os membros da executiva. De resto, como ficou claro no grupo de discussão sobre “Relação entre os DAs e CAs e a Enecos”, as outras entidades de base da comunicação fazem movimento à margem dos movimento nacional por não se sentirem representados pela Executiva. Por não perceberem como suas as bandeiras pela Enecos como bandeiras do MECom. E a culpa é de quem???(como diz o Planet Hemp) da Executiva?? Dos D.As ??dos C.As??? do FHC?? do FMI?? Do bicho papão???
Acho que um pouco de cada. Da Executiva por manter ainda (na atual gestão um pouco menos, admito) uma postura arrogante do tipo “eu sei o que é o melhor pois tenho mais ‘acúmulo’ ”, não fazendo o simples que é ouvir os anseios de sua base. Culpa também deste C.As e D.As que não se percebem como parte da executiva, como sujeitos no processo de construção do movimento, por não tentar com mais afinco que suas bandeiras sejam enfim as bandeiras do movimento, pois eles são o movimento. Do Sarney, do Collor, do FHC, do FMI......bom esses nem preciso dizer muito porque tem culpa no cartório. O bicho papão, ah...esse está aí, dentro de nós mesmos, na inércia dos estudantes, em sua falta de mobilização e de percepção da realidade a sua volta.
A crise atual do movimento não é simplesmente um crise de estrutura dos fóruns. É muito mais profundo, é uma crise de representatividade. A Enecos ‘representa’ CAS e DAS que não se sentem representados, estes por sua vez ‘representam’ estudantes que não percebem as lutas sociais como suas e por isso não se sentem também representados. Resolver o problema da falta geral de consciência política é bastante complicado, mas podemos começar arrumando a casa, dando vida ao MECom. De minha parte, aposto bastante no X- Cobrecos (15 a 22 de janeiro em Porto Alegre) como impulsionador do processo de ressurreição do MECom, dando voz à base e fazendo com que todos se sintam parte do processo de construção de um movimento forte para a luta por um mundo melhor. Sorte para nós todos e que todos os DAS e CAS estejam em Porto Alegre em janeiro. Sonho??? Prefiro crer que não.


----------------Michele Fatturi.


::: escrito por Tupac as 11:30:00 AM
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Sexta-feira, Novembro 08, 2002
 
Informo que a apuração dos votos da eleição para o DCE Unisinos 2003 terminou.
resultado:

Chapa 3 por uma diferença de 400 votos.

A nós do DA Tupac Amaru resta crer e torcer para que os colegas da comunicação que votaram na chapa 3 tenham feito uma boa opção. Apoiamos abertamente outra candidatura mas esperamos que a gestão 2003 cumpra com suas funções da melhor maneira possível. Boa sorte.

Michele Fatturi.

::: escrito por Tupac as 3:30:00 PM
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este post deveria ter sido publicado as 12h28 mas o blogger estava fora do ar. desculpem.

Últimas informações sobre as eleições para o DCE 2003, realizadas de 5 a 7 de novembro.

Conforme informações fornecidas pela colega Vera do DCE, até o momento (12h28min) só foram apurados os votos em trânsito (estudantes que votaram em outro centro que não o seu).

Nos votos em transito os números são:
493 votos para a Chapa 3
382 votos para a Chapa 2
341 votos para a Chapa 1

A primeira urna foi aberta agora e a apuração deve durar até o final da tarde.
Força Chapa 1!!!!!!!!!!

o resultado das eleições para o DCE 2003 vc acompanha aqui, no Blog do Tupac.

--publicado por Michele Fatturi


::: escrito por Tupac as 3:23:00 PM
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Quinta-feira, Novembro 07, 2002
 
tva
essa é a cara de bobo que a população fica quando essas coisas acontecem sem que a gente fique sabendo.

Comissão de Educação aprova 100% de capital estrangeiro para TV paga

Na última terça-feira, 5 de novembro, a Comissão de Educação do Senado Federal, aprovou o projeto-de-lei nº 175/01, de autoria do senador Ney Suassuna (PMDB-PB). Este projeto, modifica a Lei do Cabo (nº 8.977, de 6/1/1995), que estabelecia um limite de 49% para sócios estrangeiros, e abre para 100%. Da maneira como foi aprovado, o projeto vai ser encaminhado direto para avaliação de duas comissões da Câmara dos Deputados, sem passar por votação. A menos que haja manifestação dos senadores para que o texto seja avaliado pelo plenário da Casa.
A senadora Emília Fernades (PT-RS), encaminhou um solicitação para que o projeto fosse avaliado pelo Conselho de Comunicação Social mas esta foi rejeitada pelos demais senadores. O senador Gerson Camata (PMDB/ES), que é o relator do projeto, foi o único a propor que sejam incluídas no texto medidas que atribuam a sócios brasileiros natos ou naturalizados há mais de dez anos, conforme a Constituição, a responsabilidade editorial e as atividades de seleção e de direção da programação.
Vale lembrar que, há poucos meses, foi aprovada a PEC 203, que permite a participação de estrangeiros em até 30% nas empresas jornalísticas e de radiodifusão do Brasil. E tudo isso acontece sem que a população tome conhecimento. É responsabilidade de todos os cidadãos, fazer com que esta informação circule!

---por Michele Fatturi (mifatturi@yahoo.com.br)


::: escrito por Tupac as 4:12:00 PM
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Prestação de contas do Conecom de Florianópolis, enviada pela colega Camila Bruna, membro da Comissão Organizadora do Encontro.

Oi povo!

Então, estou escrevendo pra prestar contas do Conecom. A Rossana (Sec. de Finanças da Enecos) me deu o
e-mail dela, mas eu perdi!

A situação é a seguinte:

ENTRADA:

Inscrições - R$7.625,00 (sendo que falta entrar R$180,00 de São Paulo, que o
Danilo ficou de depositar e R$90,00 de Brasília!!!)
Insc. Motoristas - R$80,00
Venda de camisetas - R$265,00

TOTAL: R$7.970,00

SAÍDA:

Alimentação - R$2.700,00
Festa - R$1.000,00
Camisetas - R$150,00
Papelaria - R$22,90

TOTAL: R$3.872,90

LUCRO: R$4.097.10 (R$2.048,55 para a Enecos e R$2.048,55 para o C.A. da Ufsc)
Por favor, preciso que alguém me envie a conta da Executiva pra eu depositar
esse dinheiro, e, as que ainda não pagaram, o façam.

Abraços a todos,
Camila (Ufsc).


::: escrito por Tupac as 11:16:00 AM
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Quarta-feira, Outubro 30, 2002
 
gugu Minicom anula concessão de TV dada a Gugu Liberato
Cari Rodrigues, de Brasília

[22/10 - 10:09] Empresa que ganhou a licitação tem cinco dias úteis para apresentar defesa

O ministro das Comunicações, Juarez Quadros, decidiu anular o contrato de concessão do canal de TV para a cidade de Cuiabá (MT) comprada pelo apresentador do SBT Antônio Augusto Moraes Liberato, o Gugu Liberato. O Diário Oficial da União publica hoje, dia 22, despacho em que o ministro acata o parecer da consultoria jurídica do ministério, que considera nulo o contrato de concessão, assinado no dia 23 de agosto com a Pantanal Som e Imagem, titular da licença. A empresa tem cinco dias úteis, a partir da notificação, para apresentar sua defesa.
Segundo o parecer da consultoria jurídica, o contrato de concessão apresenta irregularidades. Uma delas seria o fato de a Pantanal Som e Imagens, que participou da licitação pública realizada pelo Ministério das Comunicações em l997, ter transferido o controle acionário da empresa para o apresentador antes do prazo de cinco anos, o que não é permitido pelo Regulamento dos Serviços de Radiodifusão. O artigo 91 do regulamento determina que "não está autorizada a transferência, direta ou indireta, da concessão ou permissão, durante o processo de expedição do certificado de licença para funcionamento".
A Pantanal Som e Imagem também sofreu mudança na sua configuração societária durante o,processo de assinatura do contrato de concessão, o que não é permitido pela legislação. Isso teria "viciado" o processo, conforme a consultoria jurídica do Ministério das Comunicações. Com a anulação do contrato, a empresa continua com a concessão, mas não poderá explorar os serviços. Segundo o Ministério das Comunicações, a empresa pode ainda apresentar uma justificativa para as irregularidades encontradas.

Publicado pela revista Meio & Mensagem Online

enviado por e-mail por Lucas Luz (escreva para dasluzes@hotmail.com ou leia Ciências Artesanais)



::: escrito por Tupac as 12:00:00 PM
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muda Um transmissor, uma antena, um cd player comum: você está pronto para transmitir sua rádio livre para quem estiver em volta.*

Sem concessão, sem jabá, sem rabo preso. Essa é a idéia que o pessoal da Rádio Muda, funcionando há dez anos na Unicamp (SP), está mostrando para todo o Brasil que funciona.
Depois de participar do 1º e do 2º Fórum Social Mundial, os representantes da Rádio Muda estiveram de volta a Porto Alegre participando da Semana da Juventude. Desde quinta feira (17/10), realizaram oficinas desmitificando a construção de uma rádio, discutindo legislação e difundindo suas idéias. Sem achar que detêm a verdade absoluta e lembrando que o contexto de cada rádio deve ser levado em conta, os componentes da Muda defendem uma rádio livre: sem concessão, auto-gerida, de baixa potência e primando pela liberdade de expressão, a tomada da palavra. Segundo Thiago, apresentador do programa Batata Cantante e integrante da equipe da Rádio Muda em POA, “não se trata somente de diagnosticar o monopólio da difusão por parte de poucos grupos, mas demonstrar a viabilidade econômica de construção de rádios de baixa potência” e ainda “mostrar que somente a organização popular voltada para a produção cultural em mídia pode romper o cerco das estruturas de informação oficiais, criando vias reais de transformação social”.
Além das oficinas, uma Kombi levava o pessoal em peregrinação pelas Rádios Comunitárias de POA, muitas das quais surgidas através das oficinas que eles ministraram no FSM. Compartilharam-se desde as técnicas para que um locutor transmita um jogo de futebol com a participação de três comentaristas (detalhe: ele está sozinho no estúdio e só pode ver o jogo pela televisão) até como reunir mais de 100 pessoas em poucos minutos cercando a rádio para impedir o lacre da Anatel, assistir os agentes e policiais federais indo embora e manter a rádio no ar – sem violência. O intercâmbio é, sem dúvida, importante e produtivo para todos os envolvidos: rádios de fora, rádios locais, participantes das oficinas. É mais um passo para gerar debate, informar e mobilizar a população a lutar por um de seus direitos fundamentais: a liberdade de expressão.

*em volta, dependendo da antena, pode significar num raio de 1km até mais de 30km.

relato enviado pela colega Micheline Michaelsen (micheempoa@ig.com.br) que tem se feito presente e guerreira em várias ocasiões.


::: escrito por Tupac as 11:50:00 AM
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Segunda-feira, Outubro 28, 2002
 
Todos os textos publicados neste blog (inclusive este) são de inteira responsabilidade do autor e não refletem necessariamente a posição do D.A Tupac Amaru.

lula Brilha uma estrela??

Andando nas ruas de Porto Alegre sábado à noite eu cheguei a me emocionar. A euforia e a esperança no olhar das pessoas que enchiam as ruas com bandeiras do PT e adesivos do Lula me fez até colar uns adesivos também. Havia uma energia no ar, um sentimento coletivo que era tão forte, tão forte que não havia jeito de ficar alheio. Um sussurro coletivo que dizia ao pé do ouvido “agora tudo vai dar certo”
Estamos vivendo realmente uma grande transformação. Fico feliz e orgulhosa de ter um presidente que veio das fábricas e que sabe o que o pobre sente na pele. Mas ele não é deus, ele não é mágico, ele não operará milagres por mais que queiramos. O Lula e a equipe dele terão que fazer um mandato moderado para que ele não seja derrubado pela pressão internacional e possamos reeleger alguém da esquerda daqui a quatro anos e aí sim começar mudanças mais profundas. Afinal, se a coisa apertar para o nosso lado (e vai), pois não vão aceitar nossa alforria facilmente, o povo talvez não tenha clareza sobre os motivos de um período economicamente complicado (que pode vir ou não) e acabarão culpando o Lula, seu salvador onipotente. Mais ou menos como aconteceu com o Olívio. Sinceramente, espero do fundo do coração que o partido dos trabalhadores consiga superar suas diferenças internas e levar o processo da maneira mais inteligente possível.
Alguns podem estar estranhando as minhas palavras, o fato de eu ter votado e de até ter usado a estrelinha no peito, fazendo campanha. De fato, não sou petista......não gosto de viver num regime social-democrata, não tenho respeito (como me jogaram na cara outro dia) pelo estado-nação mas também não acredito em milagres ou no papai noel.
Fazer revolução??? Como?? Para isto teríamos que matar muitas pessoas e impor ao povo que viva num mundo livre e autogerível. Impor sim pois as pessoas de um modo geral não querem isso. Porque tem medo, porque foram educadas para só se sentirem seguras amarradas dentro da estrutura do estado. Impor uma vida libertária e quem ainda não sabe que quer ser livre ou não percebe que não é livre é o mesmo que impor um regime ditatorial. Antigamente eu achava que este era o caminho mas não é.
Votar nulo??? Mesmo que 80% das pessoas anulassem seu voto, os outros 20% elegeriam algum merda que nos faria penar mais.
Só uma educação libertária pode gerar cidadãos com consciência de coletivo e autogestão para que então possamos bancar a mudança com apoio popular.
Agora vão me dizer “putz, você quer dizer que tem a ilusão de que o PT tem interesse em construir uma sociedade libertária!” É claro que eu sei que não, mas num governo de esquerda podemos nos infiltrar, fazer parte, construir a mudança e, daqui a alguns anos, quando menos esperarem, o povo, por sua vontade, vai se libertar das amarras.
Fazer revolução????? Sim, mas a verdadeira revolução não é pegar em armas. A verdadeira revolução acontece no campo das idéias e dos sentimentos e só quando esta revolução estiver em andamento é que poderemos mudar as estruturas de poder em que estamos inseridos e as quais estamos acorrentados.
Educação é o caminho............a educação!anarquia

----Michele Fatturi (mifatturi@yahoo.com.br)


::: escrito por Tupac as 6:43:00 PM
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Quarta-feira, Outubro 16, 2002
 
Conecom Floripa

Nos dias 1, 2 e 3 de novembro acontecerá na Universidade Federal de Santa Catarina o Conselho Nacional de Entidades de Base da Comunicação – Conecom. Resumindo, este conselho é uma reunião de C.As (Centros Acadêmicos) e D.As (Diretórios Acadêmicos) de todo o país, para que estes deliberem sobre as questões importantes em pauta no movimento estudantil. Cada C.A e D.A tem direito a levar 1 delegado (com direito a voto na plenária), além de observadores (direito a voz). No dia 31 de outubro, um ônibus sairá de Porto Alegre com destino à UFSC e passagem custará em torno de 25 reais por pessoas (ida e volta).
Clique abaixo, e leia a Convocatória para o Conecom com maiores informações.
__________________________________________________
CONVOCATÓRIA CONECOM ::::::::::::::::::
Conselho Nacional das Entidades de Base de Comunicação
Universidade Federal de Santa Catarina
1, 2 e 3 de Novembro de 2002
Centro Acadêmico Livre de Jornalismo Adelmo Genro Filho
www.jornalismo.ufsc.br/conecom
www.enecos.org.br :: enecos@enecos.org.br
_____________________________________________________


MAIS INFORMAÇÕES

Para obter mais informações, acesse os sites da Enecos e do Conecom

toque dado por >>> Michele Fatturi (DA Tupac Amaru)


::: escrito por Tupac as 2:45:00 PM
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Manifesto do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação

Governo FHC atropela Congresso e sociedade para permitir capital estrangeiro na mídia

Ao invés de projeto de lei enviado ao Congresso Nacional, como havia prometido, o Governo Federal recorreu a uma Medida Provisória para regulamentar a participação do capital estrangeiro nas empresas jornalísticas e de radiodifusão.

O Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação posicionou-se contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que resultou na aprovação da Emenda Constitucional nº 36, em maio deste ano. Durante toda a sua tramitação, o Fórum alertou aos parlamentares federais e à sociedade que o texto da PEC se chocava com o interesse nacional, por possibilitar situações potencialmente ameaçadoras.

As bancadas dos partidos de oposição, na Câmara e depois no Senado, entretanto, entenderam que a nova formulação do texto constitucional incluía salvaguardas adequadas. Alegavam que a entrada de capital estrangeiro nas empresas dependeria de uma regulamentação através de lei e que, além disso, as salvaguardas seriam fortalecidas com a extensão, a todos "os meios de comunicação social eletrônica, independentemente da tecnologia utilizada para a prestação do serviço", dos "princípios enunciados o art. 221" da Constituição, que também seria regulamentado por lei, assegurando a "prioridade de profissionais brasileiros na execução de produções nacionais".

O Fórum destacava que era inaceitável sustentar as garantias à preservação do interesse nacional em uma mera promessa de regulamentação de um artigo da Constituição, que já estava há 14 anos sem regulamentação.

Agora, apenas quatro meses depois da sanção do novo texto da Constituição pelo Congresso Nacional, o Governo Federal baixou a Medida Provisória nº 70, de 1º de outubro, regulamentando a entrada do capital estrangeiro, à margem da regulamentação do artigo 221 e sem a definição de garantias para assegurar a "prioridade de profissionais brasileiros na execução de produções nacionais".

Depois de comprometer-se a enviar ao Congresso a regulamentação através de um projeto de lei – que chegou a ser submetido a Consulta pública, entre 29/7 e 15/8 – o Governo Federal, adotou o instituto da Medida Provisória (MP). O ministro das Comunicações, Juarez Quadros, chegou a admitir publicamente que recorreu a este expediente atendendo ao pedido de grandes grupos de mídia do país. O governo FHC, deste modo, traiu inclusive o acordo firmado entre sua base de sustentação e as bancadas de oposição no Congresso.

O Governo tomou a iniciativa de baixar a MP em um período crítico de disputa eleitoral, aproveitando a circunstância de ser evidente que nenhuma das coligações políticas que disputa a Presidência da República – tanta da situação, como da oposição – teria interesse em herdar o desgaste de defrontar-se com esta questão polêmica em um início de governo. A realidade é que não há urgência e nem relevância para justificar o uso de MP, além dos interesses de alguns dos grupos que desejam imediatamente dar andamento ao ingresso de investidores estrangeiros em suas empresas.

O astucioso aproveitamento, pelo governo FHC, de um cenário de conveniência e constrangimento político dos partidos que participam da disputa eleitoral, tende a levar à tolerância com o indevido uso que foi feito de uma MP nesta importante questão. A sociedade certamente saiu perdendo, pois foi tolhida na sua condição de intervenção sobre o assunto.

Constitui legítimo direito do empresariado de comunicação a reivindicação de celeridade na regulamentação de um dispositivo constitucional soberanamente aprovado pelo Congresso Nacional, assim como é legítima a reivindicação da sociedade de que o ingresso do capital estrangeiro no país se dê em condições adequadas à afirmação do interesse nacional. Para auxiliar em questões como esta – que exigem uma complexa equação entre necessidade de rapidez nas decisões e garantias políticas à consistência e à sustentação das decisões tomadas – desde junho deste ano, está atuando o Conselho de Comunicação Social, órgão auxiliar do Congresso.

Uma solicitação de auxílio do Congresso ao Conselho, na avaliação de um projeto de lei do Executivo regulamentando a entrada do capital estrangeiro na mídia, poderia ter sido o primeiro grande teste do Conselho. Como o Executivo optou por encaminhar a regulamentação ao Congresso através de Medida Provisória, o debate fica seriamente prejudicado. O Congresso, mais uma vez é atropelado pelo Governo Federal e a sociedade perde espaço de participação em definições que terão grande repercussão econômica, política e cultural.

Reconhecendo o atual cenário adverso, criado neste processo de regulamentação da abertura da mídia ao capital estrangeiro, o Fórum denuncia mais esta atitude autoritária do Governo Fernando Henrique Cardoso na área das comunicações e confirma a inconsistência do processo de negociação entre as bases do governo e as oposições que levou à aprovação da PEC.

O Fórum também defende que os setores organizados da sociedade civil mantenham-se ativos no debate da introdução da tecnologia digital na comunicação social eletrônica, especialmente no rádio e na TV aberta, o que implicará em uma profunda e radical reestruturação dos sistemas hoje existentes, oportunidade única para que estes sejam reorganizados de acordo com o interesse público.

Do mesmo modo, o Fórum destaca que só uma iniciativa da sociedade poderá assegurar a regulamentação do artigo 221 da Constituição que, desde 1988, permanece obstaculizada principalmente por pressão do empresariado de mídia do país.

Em resposta à MP nº 70 que tramita no Congresso, o Fórum:

– Proporá emendas sobre pontos da MP nº 70 que constituem ameaça para o interesse nacionais.

– Reivindicará que o Congresso Nacional não abdique da sua condição soberana de alterar a MP nº 70 nos pontos que possam constituir ameaça para o interesse nacional.

– Proporá que o Conselho de Comunicação Social atue no sentido de avançar na regulamentação dos pontos do artigo 221 da Constituição

– Defenderá que o Congresso Nacional passe a acionar o Conselho de Comunicação Social para auxiliá-lo efetivamente nas questões referentes à Comunicação Social.

Brasília, 14 de outubro de 2002.
Coordenação Executiva do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação

::: escrito por Tupac as 9:04:00 AM
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Quarta-feira, Outubro 09, 2002
 
filme Ato Público em Defesa das Rádios Comunitárias
e pela Democratização da Comunicação


Dia 15 de outubro – 20h
No Ginásio do Centro Comunitário da Restinga

Estréia Gratuita do Filme – UMA ONDA NO AR
Com a presença do diretor do filme Helvécio Ratton

Organização:
Comitê pela Democratização da Comunicação do RS
Conrad – Conselho Regional de Rádiodifusão Comunitária
Prefeitura Municipal de Porto Alegre


::: escrito por Tupac as 1:14:00 PM
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Terça-feira, Outubro 08, 2002
 
cheA morte do homem, o nascimento do mito......

Há exatos 35 anos morria na Bolívia Ernesto Che Guevara. Um dos principais líderes e implementadores do projeto revolucionário cubano. Em 8 de outubro de 67, ele foi preso e executado por ordens da Agência Central de Inteligência (CIA) norteamericana. Assim como outros bravos defensores do povo oprimido da América Latina, Che teve sua voz silenciada pelo imperialismo americano. Voz silenciada????
Morto, tornou-se mártir e ícone dos movimentos de esquerda mundiais. Fruto de uma boa estratégia de marketing, ferramenta do capitalismo utilizada contra ele pela esquerda. Fica o registro e a inspiração para que lutemos pelo que acreditamos ser certo.
Mais informações sobre Che,clique


::: escrito por Tupac as 2:34:00 PM
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Segunda-feira, Outubro 07, 2002
 
mddDia pela Democratização da Mídia - 18-10-2002

O dia pela democratização da mídia (
Media Democracy Day) é uma ong que foi criada no Canadá e hoje atua em vários países. A idéia é agregar segmentos dos movimentos sociais, que atuem na luta pela democratização da comunicação, em torno de três bandeiras básicas:

 Educação - o entendimento de como a mídia molda o nosso mundo e a democracia
 Protesto - contra um sistema de mídia baseado na comercialização e na exclusão
 Mudança - clama por reformas que respondam aos interesses públicos, promovam a diversidade e que assegurem a representação e a responsabilidade comunitária.

Em Porto Alegre, o dia pela democratização da mídia (18/10) ocorrerá dentro da programação do Fórum Municipal da Juventude, de 15 a 20 de outubro na Usina do Gasômetro. A programação inclui a exibição do filme Rádio Favela e outros documentários, realização da oficina Comunicação É Ação e vários espaços para discussão sobre sobre a situação da mídia no Brasil.
Maiores informações clique aqui ou mande um e-mail para Fernanda Zanuzzi - fezanuzzi@hotmail.com.


::: escrito por Tupac as 2:46:00 PM
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Sexta-feira, Outubro 04, 2002
 
Vitória de Lula representará a derrota do preconceito, diz Kucinski

Se o candidato à Presidência da República pela coligação "Lula Presidente" (PT/PL/PCdoB/PCB), Luiz Inácio Lula da Silva, vencer as eleições, terá derrotado também um preconceito. A opinião é do jornalista e professor do Departamento de Jornalismo e Editoração da Universidade de São Paulo (USP), Bernardo Kucinski. Para ele, a mídia foi a principal responsável pela disseminação da tese de que Lula não estaria preparado para governar. Além de ser a primeira vez na história do Brasil "que uma pessoa oriunda das classes mais pobres pode se tornar Presidente da República", argumenta em artigo para a "Carta Maior Agência de Notícias", "sua campanha não se desenvolveu em torno do convencimento de que suas propostas são as melhores, mas de que um brasileiro como ele, sem diploma, estava sim preparado para governar". Kucinski observa que o preconceito contra Lula tornou-se a principal arma de seus adversários, sendo que "sua gênese se deu nas universidades". Citando críticas por Lula defender a bomba atômica do jornalista Alberto Dines, da economista Eliana Cardoso e do sociólogo José de Souza Martins, Kucinski destaca que eles são "exemplos ainda mais chocantes porque se alimentaram da mentira factual" ao não verificarem realmente o que o candidato teria dito num discurso a oficiais militares. O jornalista explica que eles basearam suas opiniões no que foi publicado na imprensa, sem consultar o programa de Lula.

Referências Bibliográficas:

A derrota do preconceito - 1/10/2002
Carta Maior - Bernardo Kucinski

Publicado no boletim AcessoCom em 04/10/2002



::: escrito por Tupac as 12:26:00 PM
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Quinta-feira, Outubro 03, 2002
 
radio muda ANATEL tenta fechar a Rádio Muda em Campinas

Na tarde de terça-feira, dia 1 de outubro, a Rádio Muda FM, localizada no campus da UNICAMP, recebeu a visita de agentes da Polícia Federal e da ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações) que queriam fechar a rádio e apreender seu transmissor. Os agentes, munidos de um mandado de busca e apreensão emitido pelo juíz Nelson Bernardes de Sousa, não conseguiram realizar seu objetivo devido às fortes pressões exercidas pelos membros da comunidade local: estudantes, professores e funcionários da universidade.
A Muda recebeu o apoio de autoridades acadêmicas durante a presença dos agentes federais e houve uma tentativa de acordo para a legalização da rádio. O coletivo da Muda, no entanto, não apóia a legalização da rádio porque os restritivos termos de legalização das rádios comunitárias no Brasil contrariam o princípio da liberdade de expressão.

Fundada há mais de 10 anos, a Rádio Muda sofre pela segunda vez o assédio de autoridades federais em menos de um ano. A Muda é um projeto sem fins lucrativos realizado por mais de 100 programadores voluntários que organizam a rádio em regime de autogestão.
fonte: Centro de Mídia Independente


::: escrito por Tupac as 2:46:00 PM
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